Placa indica proibição de salto alto em empresa alemã | Flexibilidade - para se moldar ao mercado

Advertência foi colocada no caminho do escritório.
Empresa alega prezar por integridade física das funcionárias.

Uma empresa da Alemanha colocou uma placa de advertência que pode “ferir” o visual de suas funcionárias, mas não sua integridade física. O laboratório Boehringer Ingelheim, na cidade de Ingelheim, proibiu suas colaboradoras de usar salto alto em sua área interna.
Os sinais com a proibição já estão espalhados pelos caminhos ao redor do escritório. A justificativa da empresa é que o calçamento é feito de pedras e caminhar com esse tipo de calçado sobre o local pode causar acidentes.



Dica do "de Olho no Cliente"

Devemos adequar a empresa para atender ao cliente, o cliente deve encontrar comodidade para chegar até a empresa, como: estacionar, passeios (calçadas) e de maneira importante adequar para a acessibilidade dos clientes com mobilidade reduzida.

A ordem do momento, é flexibilizar. Do Aurélio: flexibilidade 1. Qualidade de flexível. 2. Elasticidade, destreza, agilidade, flexão, flexura: flexibilidade corporal. 3. Facilidade de ser manejado, maleabilidade. 4. Aptidão para variadas coisas ou aplicações: flexibilidade de espírito. 5. Docilidade, brandura. 6. Disponibilidade de espírito; compreensão, complacência.


A capacidade para se adaptar às necessidades do cliente, do mercado, do crescimento com sustentabilidade, da evolução tecnológica das constantes mudanças na economia é apontada pelos especialistas como um dos caminhos mais certos na busca por se manter vivo conceito adquirido pela palavra no meio empresarial engloba a capacidade de se adaptar e conseguir trabalhar de forma eficaz em diferentes situações e com grupos de pessoas diferentes. De entender e valorizar pontos de vista diversos e adaptar sua própria visão aos cenários que se apresentam. Uma empresa flexível adapta seus processos, produtos e negócios às necessidades do mercado e do cliente, visando à excelência. É uma característica cada vez mais fundamental no atual cenário global de instabilidade econômica e grande evolução tecnológica. A contratação de consultorias especializadas que possam demonstrar as vantagens de seguir caminhos que, até pouco tempo, eram inexistentes é uma das ações que devem ser executadas pelas empresas para conseguir conquistar a capacidade de se moldar a mudanças.

O que o futuro reserva
 
O futuro também exigirá flexibilidade por parte das empresas para manter seus negócios sempre em dia com as novas tecnologias, as necessidades do mercado e as mudanças nos hábitos de consumo. Segundo estudo realizado pela IBM e apresentado pela revista Amanhã, a empresa do futuro será uma organização altamente flexível, com um modelo de negócios fluido, capaz de assimilar - ou até antecipar - as mais drásticas e inesperadas mudanças de mercado.

“Em vez de reagir às tendências, a empresa do futuro se renovará por meio de programas permanentes, cujos resultados serão mais ou menos previsíveis.” O CEO Study, da IBM, ouviu mais de 1.000 presidentes de empresas de todo o mundo em busca das características que serão essenciais para uma gestão bem-sucedida nos próximos anos. O diretor para pequenas e médias empresas da IBM Brasil, Luiz Bovi, afirma que as companhias serão desbravadoras por natureza. Ele também acha que elas precisarão de flexibilidade humana e teconológica para exercitar diferentes modelos de negócios e renovar a sua interface com clientes e parceiros.

Gestão da mudança

A pesquisa também revela, entre outras coisas, que muitas empresas ainda estão despreparadas para lidar com as mudanças. Cerca de 83% dos CEOs entrevistados reconhecem que suas companhias terão de passar por mudanças substanciais ou muito substanciais nos próximos três anos. Destes, apenas 61% foram bem-sucedidos na gestão de mudanças no passado. Essa diferença de 22% aponta uma dificuldade crescente. A IBM identificou ainda as principais características que julga fundamentais para as “empresas do futuro”. Para os especialistas, elas devem ser ávidas por mudanças, capazes de se adaptar rapidamente e com sucesso. As organizações também deverão ser mais inovadoras do que a imaginação dos clientes - superando suas expectativas cada vez mais exigentes -, globalmente integradas, desbravadoras por natureza e genuínas, não apenas generosas, ultrapassando os limites da filantropia e refletindo uma preocupação sincera com a sociedade.
 
“A massa de conhecimento em tecnologia dobra a cada ano. Em um ano você está 50% defasado, em dois anos 75%. Se for inflexível, se torna um dinossauro muito mais rápido do que se pensa.” Marco Aurélio Vianna, economista e consultor

Clique aqui para download da WEG em Revista, FLEXIBILIDADE - para se moldar ao mercado. Recomendo pois é uma leitura enriquecedora, e ainda tem uma entrevista com Eugênio Mussak, um dos melhores palestrantes do país.


Luciano Rodrigues
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