Bruxa paga indenização a cliente por falha em feitiço

A corte de Munique, na Alemanha, condenou uma mulher que se diz bruxa a pagar indenização de US$ 1,2 mil a uma cliente que não obteve resultados após pagar por feitiço amoroso.

O objetivo do feitiço era fazer com que o namorado da cliente voltasse para ela. Uma corte administrativa alemã condenou a bruxa a pagar a indenização por ter oferecido um serviço que era "objetivamente, completamente impossível".

Depois que seu namorado a deixou em 2003, a cliente consultou a bruxa para obter uma magia que o traria de volta. "A mulher realizou o ritual correspondente por diversos meses, sempre em dia de lua cheia, mas sem sucesso", afirma a decisão judicial.
Em depoimento, a bruxa negou ter dito à mulher que seu feitiço teria resultados garantidos. Contudo, a corte decidiu que isso era irrelevante, já que "um ritual amoroso não é capaz de influenciar uma pessoa distante". A identidade das mulheres não foi divulgada.

Dica do "de Olho no Cliente"

Encontrei esse video no blog http://www.cortocabeloepinto.com 

E lá o blogueiro relata: Algum tempo atrás recebi um mail do Fabito, do Hoje é bom. Essa é a galera responsável pelos roteiros do Casseta & Planeta. Dentre tantos vídeos produzidos por essa tchurminha o melhor, na minha humilde opinião, é o abaixo.


E ai, concorda que os vendedores mentem só para te vender? 

Deixo o link do Artigo VENDAS E O VENDEDOR IDEAL, escrito pelo mestre Mário Persona, em 2008 ficamos entre os 30 melhores palestrantes em vendas do país.

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Está com medo da concorrência? Prepare-se, ficará pior!

Estes últimos anos têm sido para as empresas e empresários do Brasil um ano de aprendizagem do empresariar numa economia estável.  

Acostumadas à selvagem inflação que nos assolava há décadas as empresas e a população haviam desenvolvido mecanismos de proteção que, se não eram totalmente eficazes, pelo menos faziam com que a empresa sobrevivesse.

Os anos posteriores serão cada vez mais competitivos. A globalização se fará sentir ainda mais e a concorrência será mundial. Não estaremos mais competindo com nossas empresas da cidade, nem do Estado, nem do Brasil. Estaremos competindo globalmente. Sobreviverá a empresa que tiver competência, estrutura de custos, caixa forte e pessoal altamente qualificado para produzir com qualidade e prestar o melhor serviço aos clientes e além disso, reinventar o seu setor, surpreendendo o cliente com produtos e serviços fundamentalmente novos.

Infelizmente,  estamos vendo que as empresas estão, em sua maioria, olhando para o próprio umbigo ou através de um espelho retrovisor. Poucas são as que estão construindo o seu futuro, pesquisando oportunidades.

Abaixo segue um video da novela Ti-Ti-Ti, onde Jacques Leclair expulsa uma cliente do ateliê por medo da concorrência, vale a pena assistir pois mostra a sensação do empresário que se sente perseguido pela concorrência.








Nas empresas lá fora, precisa-se saber tudo do inimigo mortal - posicionamento, segredos, análise de suas ações, do mercado, do seu desenvolvimento dos produtos, enfim, acompanho cada passo como se acompanhasse um bebê em crescimento. Conhecer o concorrente é tão fundamental como fazer um planejamento anual da empresa.  E as empresas não fazem isso para copiar (o que infelizmente às vezes vejo muito por aí), mas para saber como agir, o porquê, quando, como, onde e o que desenvolver.
E sabe qual é pior!? E você irá concordar comigo, aqui no Brasil, procurando algo que não encontre, somos aconselhados a buscar o mesmo produto no concorrente pelos próprios funcionários!
Maturidade ou falta de experiência?
Creio que pode ser uma mistura dos dois. De um lado, temos um mercado interno farto, em expansão. Nossa generosidade brasilis extrapola a cordialidade que nosso país faz fama pelo mundo. Somos cordiais mesmo com nosso concorrente que vende o mesmo produto. Dividimos até nossos segredos, fornecedores, clientes, enfim, parece tudo da mesma empresa com caixas separados. Não sou contra, mas não estou habituada. Venho de um mercado rançoso, onde o que é meu é meu, o que é teu vou tentar conquistar.
Atitude esta, que pode até ser algo bacana no Brasil, mas me preocupa um pouco.
A concorrência externa que ainda não está presente em nosso país, não vai demorar a se instalar. O Brasil foi nomeado por muitas, até em manchetes, como o novo “Eldorado do Mundo”. Não preciso falar muito, basta olharmos para o lado e notaremos quantas empresas estrangeiras estão se instalando no Brasil...
Adaptar-se ao jeito brasileiro é bem mais fácil e atraente que adapatar-se aos chineses, indianos e russos... Até porque, na verdade, muitas vezes quem se adapta somos nós e nossa eterna generosidade brazilis. E ainda de quebra, o brasileiro adora consumir...
Posso garantir que eles não demorarão a fazer "cara de amigo bonzinho" até polidamente conquistarem o que querem e creio que ficarei muito surpresa se um dia eles indicarem a empresa da frente para um cliente na falta de um produto. 
Comente, divulgue e mude!
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Proprietários de hotel condenados por morte de hóspedes picados por carrapato


Sentença do juiz da 48ª Vara Cível do Rio de Janeiro condenou o Hotel e Restaurante Capim Limão, em Itaipava (RJ) e seus sócios, a indenizarem os familiares do professor universitário Roberto Murcia Moura e do superintendente da Vigilância Sanitária do Rio, Fernando Alves Martins Villas Boas Filho.


Eles falecerem após serem picados por carrapatos e contraírem febre maculosa (uma doença febril aguda, de gravidade variável, causada por bactéria e transmitida por carrapatos infectados) nas dependências do hotel, em outubro de 2005. Inspeção sanitária realizada no local não evidenciou a presença de carrapatos nas instalações internas nem nas paredes externas do hotel.

Os vetores (carrapatos da espécie Amblyomma cajennense) somente foram encontrados nas trilhas e área externa, onde havia um bosque de pinheiros indicado como "perfeito para uma agradável caminhada".


Os réus foram condenados a pagar, por danos morais, R$ 461 mil à viúva e aos dois filhos do professor Roberto Moura, morto aos 58 anos. Também terão que pagar a eles pensões vencidas no valor total de R$ 231.419, pensões vincendas a serem calculadas, além de indenização no valor de R$ 10 mil pelo luto, funeral e sepultura perpétua da vítima. 

Para os dois irmãos do professor, também autores da ação, o juiz fixou em R$ 57.625 a indenização por danos morais, em conjunto.

A esposa e filha do superintendente da Vigilância Sanitária do Rio Fernando Alves Martins Villas Boas Filho, de 41 anos, vão receber R$ 461 mil pelos danos morais, sendo metade para cada uma; pensões vencidas no valor de R$ 426.554,57 e vincendas a serem calculadas; e indenização pelo luto, funeral e sepultura perpétua no valor de R$ 10 mil.


A sentença fica sujeita à interposição de eventual recurso de apelação ao TJ carioca.
 

Dica do "de Olho no Cliente"

A fidelização de hóspedes num hotel é o passo mais importante para manter uma boa taxa de ocupação, geração de receita e incentivo a melhoria da qualidade dos serviços prestados. Um bom plano para desenvolver o marketing de relacionamento pode modificar significamente a imagem do empreendimento. O plano deve ser um produto diferenciado no mercado, que sabe agradar e satisfazer as necessidades do cliente, que se preocupa e zela pelo seu bem estar e, principalmente, mostrará aos concorrentes que ele está aí para ganhar o mercado e não apenas vender o produto.

Falando de estratégias de fidelização, quando um hotel decide aplicar o marketing de relacionamento, ele procura construir relações sólidas com seus clientes: relações baseadas na confiança, receptividade e qualidade. Um hotel empreendedor saberá criar novos mercados, e não somente participará do mercado. Ele confia no seu feeling, integra o cliente ao projeto, desenvolvimento, produção e processo de vendas do hotel e por fim, ele se interessa por saber o que os possíveis clientes e os que já existem vêem em relação à concorrência.

O mercado é movido por uma forte concorrência. O consumidor procura apoiar-se numa empresa que possa lhe dar conforto, estabilidade e confiança.
É necessário manter relações firmes e duradouras com os clientes em mercados nos quais surgem cada vez mais novas opções e tecnologias. A melhor forma de manter um cliente fiel aos serviços oferecidos por um hotel é ter uma boa relação pessoal com ele. O Marketing de Relacionamento é uma ferramenta que uma organização utiliza para a satisfação do cliente, ela é orientada para atender às necessidades do mercado, porque está constantemente atenta às suas mudanças.

O objetivo da fidelização na hotelaria é reter os clientes, evitando que migrem para a concorrência, e aumentar o valor dos negócios que eles proporcionam. Os hotéis desejam clientes fiéis para obter vantagens financeiras. Já nos relacionamentos pessoais, a fidelidade está diretamente ligada a vantagens emocionais. 
Então, por ser um produto intangível, o hotel deve oferecer serviços buscando a excelência no atendimento aos clientes, sempre procurando atingir ou superar as expectativas dos hóspedes. Uma vez que o cliente não tenha uma boa imagem do hotel, toda a equipe deverá trabalhar em conjunto para reverter essa situação e aí é que entra o incentivo de fidelizar esse cliente com um agrado, que poderá ser uma cortesia ou oferecer-lhe um cartão de vantagens. 

Um exemplo de sucesso de programa de fidelidade é o Compliments from Accor Hotels, foi criado especialmente para retribuir a fidelidade de hóspedes que escolhem os hotéis e flats para suas hospedagens a negócios ou lazer. A maior rede de hotéis e flats do Brasil oferece cinco marcas de hotéis e uma de flat para acumular pontos e cada um com um tipo específico de serviço para cada necessidade. Também como vantagem de ser fiel a Accor, o cliente poderá utilizar todas as 118 unidades espalhadas por 44 cidades brasileiras e acumular pontos. 

Contribuição: Luciana Ávila Karam | Renato Nunes Lemos, Ms 
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Cliente morre de infarto ao tentar cancelar um serviço por meio de call center

Brasil Telecom condenada pagar indenização por morte de cliente.

A Brasil Telecom foi condenada a pagar R$ 20,4 mil de indenização por danos morais pela morte de cliente que, acreditem, sofreu infarto enquanto tentava cancelar um serviço por meio de call center da empresa.

A decisão foi tomada pela 3ª Turma Recursal Cível dos Juizados Especiais do Estado, por unanimidade, reformando decisão de primeira instância, onde o processo havia sido extinto sem julgamento do mérito. A ação foi ajuizada na comarca de Uruguaiana pela viúva do cliente, que era titular de linha telefônica a qual estava vinculado o serviço de banda larga BR Turbo.

De acordo com a viúva, devido ao mau atendimento, a pressão arterial do marido aumentou e ele sofreu infarto agudo durante o contato com o call center, depois de aproximadamente 45 minutos de permanência ao telefone. O óbito ocorreu dois dias após a internação hospitalar.

No entendimento do relator do recurso, juiz Carlos Eduardo Richinitti, "o histórico de problemas que o cliente vinha enfrentando com a empresa, conhecida pelo mau atendimento aos clientes, permite conclusão de que houve nexo de causalidade entre a morte e o procedimento da companhia".

Dica do "de Olho no Cliente"

Se pensarmos bem, um bom atendimento não difere muito da prática da boa educação, das regras de etiqueta e de bom comportamento social. A grande maioria dos especialistas afirmam que o principal é OUVIR O CLIENTE, ou seja, saber o que ele precisa e principalmente, como ele gosta de ser atendido.

Veja nas sugestões abaixo como muito do que se propõe em termos de bom atendimento pode ser aplicado nas relações sociais e familiares.

Ao atender um cliente...

- Nunca trate o cliente com ar de superioridade, mesmo que a compra que ele pretende fazer seja insignificante diante do tamanho de sua empresa.
- Por mais atarefado que esteja, nunca se apresse para encerrar um atendimento. Cada cliente tem seu ritmo próprio.
- Nunca aponte erros nos projetos de maneira brusca ou seca. Prefira usar expressões como “não seria melhor se...” ou “será que quem projetou levou em consideração que...”. O cliente poderá ignorar sua observação, mas jamais se esquecerá que você o alertou.
- Seja por um telefonema recebido, um funcionário que o aciona com urgência ou algum imprevisto, nunca interrompa o atendimento sem pedir licença ao cliente.
- Seja cordial, educado, mas nunca abuse da intimidade. Educação e polidez sempre estão presentes num atendimento profissional de qualidade.
- Preste atenção ao visual de quem é encarregado de prestar o atendimento. Higiene pessoal, bons modos, linguajar apropriado e, acima de tudo, conhecimento dos produtos e dos preços são essenciais.
- Nunca deixe um cliente pendurado ao telefone. Se o atendimento for demorar, pergunte se prefere que retornem a ligação ou se ele deseja telefonar mais tarde. Uma dica: dê
preferência à primeira alternativa.
- Nunca deixe margem de dúvida em relação ao preço praticado. Você pode mudar o desconto de acordo com o perfil do cliente, mas nunca deverá ter preços-básicos diferentes
para um mesmo produto ou serviço.
- Sempre olhe nos olhos do cliente enquanto fala, mas tenha o cuidado também para não ser intimidador e nunca esconda papéis que estão sobre sua mesa quando ele se aproxima.

Prepare-se o mercado de trabalho está muito aquecido e o profissional de vendas que não se adequar ao cliente moderno, ficará de fora.

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